sexta-feira, 31 de agosto de 2007

LULA O PERDULÁRIO

LULLA
o "espetáculo do crescimento"..
das despesas...

LULA O PERDULÁRIO

Caros amigos:

Observem que muito supermercados
não conseguem vender
este volume de produtos !

Independente da sua preferência política,

algumas coisas precisam ser mostradas!!!

Está tudo no Diário Oficial da União, com número de licitação e tudo.

DESPESAS DO GABINETE PRESIDENCIAL

1995 - FHC - R$ 38,4 milhões.

2003 - Lula - R$ 318,6 milhões.

2004 - Lula - R$ 372,8 milhões

(R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho).

Quer saber mais?

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO PALÁCIO DO PLANALTO

Itamar Franco - 1,8 mil
FHC - 1,1 mil

Lula - 3,3 mil

PS: No Palácio da Alvorada, existem 75 empregados.

O ano passado Lula assinou um decreto,

de número 5.087, aumentando

de 27 para 55 seus assessores especiais diretos.

FOME ZERO

No Palácio do Planalto, o programa 'Fome Zero' funciona.

Fome e sede zero.

Todos querem, literalmente,

se entupir de comida e bebida.

Vejam estes números:

O processo de licitação de número 00140.000226/2003-67,

publicado no Diário Oficial da União,

previu a compra de 149 itens para o Palácio.

previu a compra de 149 itens para o Palácio.

Dentre eles constam:

- sete toneladas de açúcar;

- duas toneladas e meia de arroz;

- 400 latas de azeitona;

- 600 quilos de bombons;

- 800 latas de castanhas de caju;

- 900 latas de leite condensado....

Tudo altamente calórico...

O pior é que pelo prazo da licitação,

tudo isso deverá ser consumido em 120 dias...

Constam ainda:

- dois mil vidros de pimenta;

- dois mil e quinhentos rolos de papel alumínio;

- quatrocentos vidros de vinagre;

- quatrocentos e sessenta pacotes de sal grosso

e ainda

- seis mil barras de chocolate.

Se você, caro leitor,

apanhar uma calculadora,

vai concluir que a turminha de Lula está,

consumindo por dia:

- 58 quilos de açúcar

(ou dona Marisa faz muito bolo

ou Lula toma muita caipirinha...);

- 22 quilos de arroz;

- 50 barras de chocolate;

- 15 vidros de pimenta....

pimenta???

Como a repercussão dessa compra foi negativa,

Lula mandou tirar do site oficial do governo o processo de licitação,

que já havia sido publicado na edição número 463 do Diário Oficial.

Lula é assim:

num dia esconde o que faz,

no outro camufla o que compra.

E a coisa vai mais longe:

em outra licitação (00140.000217/2003-36)

dá para perceber que Lula gosta de festa.

O Gabinete da Presidência comprou

um pouco de tudo para beber.

Entre os itens:

- 129 mil litros de água mineral

(consumo:mais de mil litros por dia);

- duas mil latas de cerveja;

- 35 mil latas de refrigerante;

- 1344 garrafas de sucos naturais;

- 610 garrafas de vinho (consumo de cinco por dia);

- 50 garrafas de licor.

A sede dos deslumbrados vai além,

mesmo com muita gente morrendo por falta de água no sertão,

que Lula diz que conhece bem.

Em outra licitação, (00140.000228/2003-56),

o nosso Presidente, que devia ser exemplo,

mandou comprar para seu Palácio:

- 495 litros de suco de uva;

- 390 litros de suco de acerola;

- o mesmo tanto de suco de maracujá, laranja, tangerina e manga.

Outra compra diz a respeito a 2.250 quilos de pó de café.

Numa conta simples, este valor resulta em 2145 cafezinhos por dia.

Desse jeito Lula vai acabar perdendo o sono.

Mas a farra não termina por aqui.

Numa outra compra (00140.000126/2003-31)

Lula prova que é bom de estômago:

- três toneladas e meia de batata:

- duas mil dúzias de ovos;

- duas toneladas de cebola e

- uma tonelada de alho porró.

Na mesma compra tem mais:

- 2400 abacaxis;

- uma tonelada e meia de banana;

- outro tanto de ameixa e ainda

- uma tonelada de caqui.

Pelo que se entende de outra compra (00140..000227/2003-10),

dona Marisa Letícia anda cozinhando pra fora,

servindo marmita.

Foram comprados para serem consumidos em 120 dias:

- dez botijões de gás de dois quilos;

- 170 botijões de 13 quilos;

- 20 cilindros de 45 quilos e mais

- 45 toneladas de gás a granel.

Continha simples: 24 botijões por dia consumidos.

Quer mais farra?

Então aqui vai:

O gabinete da presidência mandou comprar:

- dois mil CDs para gravação, com as respectivas caixinhas,

e - 20 mil disquetes..

Estaria Lula montando uma gravadora pirata?

E alguém tem idéia de quanto se paga

de roupa lavada no Palácio, em 120 dias?

- 54 toneladas

- ou 13 toneladas e meia por mês,

ou ainda, 450 quilos de roupa por dia.

Lula torna feliz qualquer
tintureiro.

Talvez a justificativa para alavanderia seja uma outra compra,

a de número 00140.000143/2003-78:

- 300 colchas;

- 330 lençóis;

- 300 fronhas;

- 50 travesseiros;

- 66 cobertores

(cobertor em Brasília é grave, hein?);

- 15 roupões;

- 20 jogos de toalha;

- 20 toalhas de banho e

- 120 colchões... 120 colchões!!!

Quando Lula pra lá se mudou,

também tratou de providenciar todo conforto possível.

A presidência comprou:

- dois fogões;

- duas cafeteiras;

- quarto fornos de microondas;

- quatro geladeiras;

- oito ventiladores;

- seis aparelhos de ar condicionado;

- dois bebedouros;

- sete televisores;

- dois aparelhos de CDs;

- três liquidificadores;

- uma sanduicheira;

- um frigobar.

E AGORA: se você quiser se omitir,

ESQUEÇA TUDO O QUE LEU AQUI E

TUDO CONTINUARÁ COMO ESTÁ MAS,

SE VOCÊ SE SENTE ENVERGONHADO

OU REVOLTADO OU AFETADO COM ESSE DESBUNDE E POUCA-VERGONHA,

CONTE SOBRE ESSA MENSAGEM;

PARA QUE O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL

POSSA SABER O QUE O 'NOSSO' PRESIDENTE ANDA FAZENDO

COM 'NOSSO' DINHEIRO.

QUANDO NÃO ESTÁ VIAJANDO....


Cidadania também se faz com informação!!!


quarta-feira, 29 de agosto de 2007

VERGONHA NACIONAL!



Escândalos no Brasil - desde 74
CLIQUE no assunto e leia o resumo


Governo Geisel (General Ernesto Geisel) (1974- 1979)
1. Caso Wladimir Herzog
2. Caso Manuel File Filho
3. Caso Lutfala
4. Caso Atalla
5. Ângelo Calmon de Sá (ministro acusado de passar um gigantesco cheque Sem fundos)
6. Lei Falcão (1976)
7. Pacote de Abril (1977)
8. Cassações dos Parlamentares no Governo Geisel
9. Grandes Mordomias dos Ministros no Governo Geisel

Governo Figueiredo (General João Baptista Figueiredo) (1979- 1985)
1. Caso Capemi
2. Caso do Grupo Delfim
3. Escândalo DA Mandioca
4. Escândalo DA Brasilinvest
5. Escândalo das Polonetas
6. Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS
7. Caso Morel
8. Crime DA Mala
9. Caso Coroa-Brastel
10. Escândalo das Jóias

Governo Sarney José Sarney) (1985- 1990) (Primeiro Governo Civil Pós Regime Militar - Censura)
1. CPI DA Corrupção
2. Escândalo do Ministério das Comunicações (Grande número de concessões de rádios e TVs para políticos aliados ou não Ao Sarney. A concessão é em troca de cargos, votos ou apoio Ao presidente)
3. Caso Chiarelli (Dossiê do Antônio Carlos Magalhães contra o senador Carlos Chiarelli ou "Dossiê Chiarelli")
4. Caso Imbraim Abi-Ackel
5. Escândalo DA Administração de Orestes Quécia
6. Escândalo do Contrabando das Pedras Preciosas

Governo Collor (Fernando Collor de Mello) (1990- 1992)
1. Escândalo DA Aprovação DA Lei DA Privatização das Estatais
2. Programa Nacional de Desestatização
3. Escândalo do INSS (ou Escândalo DA Previdência Social)
4. Escândalo do BCCI (ou caso Sérgio Corrêa DA Costa)
5. Escândalo DA Ceme (Central de Medicamentos)
6. Escândalo DA LBA
7. Esquema PP
8. Esquema PC (Caso Collor)
9. Escândalo DA Eletronorte
10. Escândalo do FGTS
11. Escândalo DA Ação Social
12. Escândalo do BC
13. Escândalo DA Merenda
14. Escândalo das Estatais
15. Escândalo das Comunicações
16. Escândalo DA Vasp
17. Escândalo DA Aeronáutica
18. Escândalo do Fundo de Participação
19. Escândalo do BB

Governo Itamar Franco (Itamar Augusto Cautiero Franco ) (1992- 1995)
1. Centro Federal de Inteligência (Criação DA CFI para combater corrupção em todas as esferas do governo)
2. Caso Edmundo Pinto
3. Escândalo do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) (ou caso Inocêncio Oliveira )
4. Escândalo DA IBF ( Indústria Brasileira de Formulários)
5. Escândalo do INAMPS ( Instituto Nacional de A
ssistência Previdência Social)
6. Irregularidades no Programa Nacional de Desestatização
7. Caso Nilo Coelho
8. Caso Eliseu Resende
9. Caso Queiroz Galvão (em Pernambuco)
10. Escândalo DA Telemig (Minas Gerais)
11. Jogo do Bicho (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro)
12. Caso Ney Maranhão
13. Escândalo do Paubrasil (Paubrasil Engenharia e Montagens)
14. Escândalo DA Administração de Roberto Requião
15. Escândalo DA Cruz Vermelha Brasileira
16. Caso José Carlos DA Rocha Lima
17. Escândalo DA Colac (no Rio Grande do Sul)
18. Escândalo DA Fundação Padre Francisco de Assis Castro Monteiro (em Ibicuitinga, Ceará)
19. Escândalo DA Administração de Antônio Carlos Magalhães (Bahia)
20. Escândalo DA Administração de Jaime Campos (Mato Grosso)
21. Escândalo DA Administração de Roberto Requião (Paraná)
22. Escândalo DA Administração de Ottomar Pinto (em Roraima)
23. Escândalo DA Sudene de Pernambuco
24. Escândalo DA Prefeitura de Natal (no Rio Grande do Norte)
25. CPI do Detran (em Santa Catarina)
26. Caso Restaurante Gulliver (tentativa do governador Ronaldo Cunha Lima matar o governador antecessor Tarcísio Burity, por causa das denúncias de Irregularidades na Sudene de Paraíba)
27. CPI do Pó (em Paraíba)
28. Escândalo DA Estacom (em Tocantins)
29. Escândalo do Orçamento DA União (ou Escândalo dos Anões do Orçamento ou CPI do Orçamento)
30. Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD
31. Caso Ricupero (também conhecido como "Escândalo das Parabólicas").

Governo FHC (Fernando Henrique Cardoso) (1995- 2003)
1. Escândalo do Sivam (Primeira grave crise do governo FHC)
2. Escândalo DA Pasta Rosa
3. Escândalo DA CONAN
4. Escândalo DA Administração de Paulo Maluf
5. Escândalo do BNDES (verbas para socorrerem ex-estatais privatizadas)
6. Escândalo DA Telebrás
7. Caso PC Farias
8. Escândalo DA Compra de Votos Para Emenda DA Reeleição
9. Escândalo DA Venda DA Companhia Vale do Rio Doce (CVRD)
10. Escândalo DA Previdência
11. Escândalo DA Administração do PT (primeira denúncia contra o Partido dos Trabalhadores desde a fundação em 1980, feito pelo militante do partido Paulo de Tarso Venceslau)
12. Escândalo dos Precatórios
13. Escândalo do Banestado
14. Escândalo DA Encol
15. Escândalo DA Mesbla
16. Escândalo do Banespa
17. Escândalo DA Desvalorização do Real
18. Escândalo dos Fiscais de São Paulo (ou Máfia dos Fiscais)
19. Escândalo DA Mappin
20. Dossiê Cayman (ou Escândalo do Dossiê Cayman ou Escândalo do Dossiê Caribe)
21. Escândalo dos Grampos Contra FHC e Aliados
22. Escândalo do Judiciário
23. Escândalo dos Bancos
24. CPI do Narcotráfico
25. CPI do Crime Organizado
26. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo FHC
27. Escândalo DA Banda Podre
28. Escândalo dos Medicamentos (Grande número de denúncias de remédios falsificados ou que não curaram pacientes)
29. Quebra do Monopólio do Petróleo (criação DA ANP)
30. Escândalo da Transbrasil
31. Escândalo da Pane DDD do Sistema Telefônico Privatizado (o "Caladão")
32. Escândalo dos Desvios de Verbas do TRT-SP (Caso Nicolau dos Santos Neto , o "Lalau")
33. Escândalo da Administração da Roseana Sarney (Maranhão)
34. Corrupção na Prefeitura de São Paulo (ou Caso Celso Pitta)
35. Escândalo da Sudam
36. Escândalo da Sudene
37. Escândalo do Banpará
38. Escândalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado
39. Escândalos no Senado em 2001
40. Escândalo da Administração de Mão Santa (Piauí)
41. Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney)
42. Acidentes Ambientais da Petrobrás
43. Abuso de Medidas Provisórias (5.491)
44. Escândalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC

Governo Lula (Luiz Inácio Lula da Silva) (desde 2003 até jun/2007 - faltam 3 anos e 1/2...)
1. Caso Pinheiro Landim
2. Caso Celso Daniel
3. Caso Toninho do PT
4. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
5. Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha )
6. CPI do Banestado
7. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
8. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
9. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
11. Irregularidades do Fome Zero
12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
13. Escândalo do Ministério do Trabalho
14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
17. Operação Anaconda
18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
19. Caso José Eduardo Dutra
20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
23. Expulsão dos Políticos do PT
24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
26. Escândalo da ONG Ágora
27. Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
28. Caso Henrique Meirelles
29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
30. Caso Cássio Caseb
31. Caso Kroll
32. Conselho Federal de Jornalismo
33. Escândalo dos Vampiros
34. Escândalo das Fotos de Herzog
35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
37. Caso Antônio Celso Cipriani
38. Irregularidades na Bolsa-Escola
39. Caso Flamarion Portela
40. Irregularidades na Bolsa-Família
41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
45. Escândalo do IRB
46. Escândalo da Novadata
47. Escândalo da Usina de Itaipu
48. Escândalo das Furnas
49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão) 50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
51. Escândalo da Secom
52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
54. Escândalo da CPEM
55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
56. Caso Marka/FonteCindam
57. Escândalo dos Dólares na Cueca
58. Escândalo do Banco Santos
59. Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas )
60. Escândalo da Interbrazil
61. Caso Toninho da Barcelona
62. Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
63. Caso dos Dólares de Cuba
64. Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)
65. Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)
66. Escândalo da Nossa Caixa
67. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
68. Escândalo das Cartilhas do PT
69. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
70. Escândalo do Proer
71. Escândalo dos Fundos de Pensão
72. Escândalo dos Grampos na Abin
73. Escândalo do Foro de São Paulo
74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
75. Escândalo do Mensalinho
76. Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
77. 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em São Paulo)
78. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
79. Crise da Varig
80. Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida
como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
81. Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
82. CPI da Imigração Ilegal
83. CPI do Tráfico de Armas
84. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
85. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
86. Operação Confraria
87. Operação Dominó
88. Operação Saúva
89. Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
90. Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
91. Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
92. Escândalo dos Grampos no TSE
93. Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)
94. ONG Unitrabalho
95. Escândalo da Renascer em Cristo
96. CPI das ONGs
97. Operação Testamento
98. CPI do Apagão Aéreo ( Câmara dos Deputados)
99. CPI da Crise Aérea ( Câmara dos Senadores)
100. Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão )
101. Operação Navalha
102. Operação Xeque-Mate

Obtido em " http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_esc%C3%A2ndalos_de_corrup%C3%A7%C3%A3o_no_Brasil "

Ano 2007: Aumento de até 140% em Junho/07 para 21000 Assessores (cargos de confiança) da administração federal (salário mínimo 8,6%, aposentados 3% e parlamentares na faixa de 30% ou mais, visto que todos os gastos são também remunerados...)

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/06/18/296410290.asp

Sob o domínio dos bancos

Sob o domínio dos bancos

Só ao final do 2º mandato de Lula se verá como é efêmero o crescimento puxado a crédito popular, sem mexer na estrutura de repartição das rendas nacionais, sem investimentos pesados do Estado e sem que seja eliminado o desemprego estrutural .

Bernardo Kucinski


Vocês já notaram que nos últimos tempos o preço à vista de geladeiras, fogões e computadores é o mesmo que o pagamento em doze vezes? Vocês tentaram recentemente pedir um desconto para pagar de uma vez só? Na maioria das vezes, não adianta. As lojas já não fazem questão de vender à vista. Á vista ou em doze prestações, "no cartão", o preço é o mesmo. Parece que o objetivo do lojista não é o de vender uma mercadoria, é o de vender uma dívida.

De repente, não há mais preço à vista para bens duráveis e semiduráveis. Todos os preços já embutem uma operação de crédito, portanto um juro. Lembrei-me de um parente que trabalhava da Fiat e me dizia, anos atrás, que o lucro da Fiat não vinha da mais valia extraída dos trabalhadores na fabricação de carros, vinha dos financiamentos para a produção e exportação dos carros. O carro tinha que ser fabricado, mas era só para garantir a transação, financeira. A Fiat havia se tornado um grande banco sob a forma de uma indústria automobilística.

O que era uma exceção parece que virou regra. Todas as grandes cadeias estão lançando seus próprios cartões de crédito. Tornaram-se bancos, sob a forma de lojas. O comércio varejista já é o maior emissor de cartões de crédito do Brasil (nota 1). São 127 milhões de cartões emitidos. A campeã é a rede C&A, com 16 milhões de cartões emitidos até junho. Algumas redes estão associadas a bancos, ente elas as Casas Bahia, associada ao Bradesco, que já emitiu 2,5 milhões de cartões.

Lojas pequenas demais para terem seu próprio cartão de crédito estão reagindo, lançando cartões de ruas. Dentro de algumas semanas, os freqüentadores da famosa Rua 25 de março, em São Paulo, vão poder ter um cartão de crédito especial, O cartão da Rua 25. Iniciativa da associação dos lojistas da rua, elaborada com a ajuda de uma financeira, a Intercap. Se já existem até cartões de shoppings, por que não de ruas de comércio?

Assim, a financeirização vai penetrando em todos os interstícios do comércio, em toda a nossa geografia urbana. Com a mesma força, penetrou no governo Lula. Passados mais de cinco anos, verifica-se que o a famosa "Carta ao Povo Brasileiro", na qual Lula se comprometeu a não mudar as regras de jogo, não foi apenas um movimento tático para desarmar o terror financeiro que nos ameaçava com o "caos". A "carta" ganhou a estatura de uma aliança duradoura, estratégica. Nenhum acordo do governo Lula com setores da sociedade, nem com os ruralistas à direita, nem como MST à esquerda, nem mesmo com a CUT revelou-se tão sólido quanto o que vem sendo mantido como os bancos.

Já são cinco anos de uma inabalável política macroeconômica de manutenção de juros exorbitantes e obtenção de "superávit primário". Sua principal conseqüência é o contingenciamento de todos os orçamentos anuais, subordinando os ministros executivos às normas restritivas do Banco Central, que tem como único objetivo impedir que o Estado gaste em qualquer coisa que não seja o pagamento de juros.

Como parte dessa aliança estratégica, o governo endossou a agenda de reformas proposta pelos bancos que incluiu, entre outros itens, a Lei da Afetação Imobiliária, o cadastro dos bons pagadores e a Nova Lei de Falência. Tudo o que os bancos queriam. E Meirelles foi mantido no comando do Banco Central, como avalista da aliança, apesar de todas as críticas à incongruência dessa política macroeconômica, não só do campo popular, mas também de tucanos que entendem de economia, como José Serra. Além de inibir o crescimento econômico, essa política obriga o Estado a tomar emprestado no mercado interno a um juro altíssimo, para manter reservas internacionais excessivas e que remuneram muito menos.

Mas Lula agradou ao grande capital, sem desagradar às classes trabalhadoras. E como foi que conseguiu isso? Através, aí sim, de uma série de importantes concessões táticas. Aumentou substancialmente o salário mínimo; estimulou a 'autoconstrução' diminuindo os impostos de insumos básicos como cimento, barateou e popularizou o crédito imobiliário, criou o Bolsa Família, dando poder de compra às famílias mais pobres, criou o Prouni, que permite aos jovens da baixa classe média estudarem em faculdades pagas. E criou o crédito popular. Em especial, o empréstimo consignado, totalmente garantido pelo pagamento do salário e proventos de aposentadoria e pensões. Aí se encaixa a febre do crédito.

É um desbunde de crédito. A tal ponto que o consumo popular, alimentado a crédito, conseguiu se tornar a alavanca desta nova fase de crescimento da economia. No final do ano passado, o total de crédito consignado beirava os R$ 32 bilhões. Em maio deste ano, chegou a R$ 52 bilhões. Metade todos o crédito pessoal concedido hoje pelos bancos é na forma de empréstimo consignado (nota 2). Graças ao crédito consignado, Bolsa Família e aumento do emprego e do salário mínimo, o consumo das famílias avançou 6% nos últimos 12 meses. E graças ao crescimento do mercado interno, além do boom de exportações, foram criados 4,6 milhões de novos empregos com carteira assinada nos quatro anos do primeiro mandato de Lula, contra apenas 800 mil em todos os oito anos do governo FHC (nota 3).

Há uma lógica política no caminho escolhido. O presidente Lula seguiu a rota do menor conflito. Conseguiu algum crescimento com distribuição de renda e ampliação do mercado interno, o sonho dos antigos "economistas do PT", sem hostilizar ninguém, sem enfrentar os bancos. Ao contrário: o crédito ampliou consideravelmente o universo de atuação dos bancos. Deu aos bancos, no princípio contra a vontade deles mesmos, todo um novo contingente de clientes, pessoas pobres que nunca teriam recebido um crédito de banco. Aliando-se estrategicamente com o capital financeiro e taticamente com os trabalhadores organizados, o presidente Lula ocupou todos os espaços e ainda criou uma ambigüidade que desconcertou a oposição. É ou não é genial?

Só que tem dois 'poréns'. O principal é a espoliação disfarçada desses brasileiros pobres que estão pagando juros de 30% a 40% ao ano por empréstimos sem risco nenhum, pois tem garantia total e as prestações são descontadas diretamente do salário ou dos proventos de aposentadoria e pensões do INSS. Hoje, esses brasileiros pobres são caçados nas esquinas, por bancos, financeiras, lojas de departamentos. O mecanismo do credito consignado, nas taxas de juro praticadas de 2,5 a 3% ao mês, é uma das mais pesadas formas de extração da renda dos trabalhadores pobres e aposentados pelo setor bancário (nota 4).

O outro 'porém' só vai aparecer com nitidez quando acabar o segundo mandato, e se não for imediatamente abandonada a atual política macroeconômica, o que implica em romper a aliança estratégica com os bancos. Vamos herdar um país ainda carente de infra-estrutura, um Estado devedor das mais básicas necessidades na educação, saúde, habitação e segurança, porque o grosso do dinheiro arrecadado foi usado para pagar juros da dívida pública e não para construir estradas, portos, escolas, teatros, hospitais ou telecentros.

Só então se perceberá como é efêmero o crescimento do mercado interno puxado a crédito popular, sem mexer em profundidade na estrutura de repartição das rendas nacionais, sem investimentos pesados do Estado e sem que seja eliminado o desemprego estrutural. É um crescimento de pouco fôlego e muito risco. A aliança estratégica tinha que ser com o mercado interno e suas forças produtivas, não com o capital financeiro. O endividamento das famílias aumentou em 120% nos últimos cinco anos. Imaginem o que pode acontecer quando vier o inevitável ciclo de retração econômica?


Notas:

(1) O Estado de S. Paulo, 05/07/07.
(2) Valor Econômico, 02/07/07.
(3) Caged/TEM, citados por Revista do Brasil, fevereiro de 2007.
(4) O INSS anunciou que vai "limitar" essas taxas a 2,64% ao mês.


Bernardo Kucinski, jornalista e professor da Universidade de São Paulo, é colaborador da Carta Maior e autor, entre outros, de "A síndrome da antena parabólica: ética no jornalismo brasileiro" (1996) e "As Cartas Ácidas da campanha de Lula de 1998" (2000).

terça-feira, 28 de agosto de 2007

O PREGADOR DO ÓDIO E CONSTRUTOR DO CAOS

O PREGADOR DO ÓDIO E CONSTRUTOR DO CAOS


VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino



Depois da estrondosa vaia no Maracanã, repetida nas seis vezes em que seu nome foi citado e forte de dezenas de milhares de vozes, na inauguração dos Jogos Pan-Americanos no Rio, que o vem perseguindo e sendo repetida pelo país afora, sempre que se apresente em público para auditórios não selecionados adrede e constituídos de áulicos amestrados, o Chefe de Estado, Sr. Lula da Silva, passou por radical transformação.
Despiu-se das maneiras, do figurino e dos comedimentos da personagem “Lulinha paz e amor”, diabólica criação do marqueteiro Duda Mendonça, para vencer os receios e as resistências da classe média, dos verdadeiros cultores da democracia, da paz e do progresso para a Nação brasileira, e que o tornava mais palatável para um número de eleitores bem maior que os do PT, elevando-o ao governo já por duas vezes, em corrida acelerada e programada para o poder total.
Desde o Maracanazo, ressurgiu para o público o Lula de sempre, iracundo e furibundo, olhar esgazeado e avermelhado, bochechas escarlates, como se tomado por fortes espíritos, a pregar abertamente o ódio, a cizânia, a separação do Brasil e dos brasileiros em segmentos irreconciliáveis e divididos por diferenças abissais, a luta de classes, enfim, dos seus heróis, ídolos e mentores maiores. Assim tem percorrido o Brasil, a estimular o ódio, a divisão, ameaçando convocar suas tropas de choque dos “movimentos sociais” para o enfrentamento cruento das ruas, se e quando necessário.
O homem que detém o poder maior no Brasil vive imerso numa fantasia, segundo a qual é o maior e o mais dotado dos brasileiros já nascidos, condutor do mais completo e eficaz governo de todos os tempos, em plena e bem sucedida atuação de resgatar todos os erros e injustiças acumulados em quinhentos anos de História, e capaz de libertar, salvar e redimir o País. Em tal visão irreal e megalônama, do “nunca antes, nesse(sic) país”, expressão tão costumeiramente por ele repetida, não admite, nem aceita, quaisquer críticas, reparos ou chamamentos à realidade, contra os quais reage de forma violenta e irascível, como se crimes de lesa-majestade fossem...
Com as vendas que tem nos olhos e no espírito, não percebe a mega-ampliação do caos nacional, por ele realizada, e iniciada no tempo dos seus antecessores neoliberais, com ênfase para o seu grande eleitor, Fernando Henrique Cardoso, que, de tanto vender o patrimônio nacional e de tanto destruir o que o país tinha de bom, deu azo à vitória primeira de Lula e do PT, pela iludida esperança popular de que seriam diferentes, melhores, mais éticos e preocupados com o Bem Comum, com a segurança e o desenvolvimento do Brasil...
Não eram, nem nunca foram, e a realidade trágica dos últimos anos tem demonstrado isso à saciedade! Só temos andado para trás, e a destruição programada e sistemática de tudo o que o Brasil tem de bom tem continuado de forma terrível e aterrorizantemente eficaz!
O sucateamento constante da infra-estrutura de transportes, comunicações e energia, saúde, saneamento, educação, habitação, previdência, segurança tem cobrado o preço do atraso e de milhares de vidas, a cada ano, por acidentes nas estradas e aeroportos mal conservados, baixos padrões de higiene, de higidez e da assistência médica prestada aos desvalidos, miséria que se espraia por toda a parte, violência sem controle que toma conta das cidades e dos campos! É o holocausto brasileiro, a clamar aos céus!
A irresponsabilidade, a corrupção e a impunidade associada estenderam-se de forma assustadora, além de qualquer limite racional e tolerável em sociedades nacionais ainda sadias. A sucessão de escândalos, de roubalheiras, de desvios de recursos que deveriam ter o destino de desenvolver o Brasil, fruto dos impostos cobrados de forma escorchante da Nação – 40% da Renda Nacional ou o dobro do “quinto” (20%) espoliativo arrecadado por Portugal no tempo do Brasil-colônia -, mata a esperança e a fé no projeto nacional permanente do Brasil potência ou “país do futuro”.
Legislativo, Executivo e, até mesmo, Judiciário – poder que representaria a esperança de justiça e equilíbrio em qualquer sociedade nacional bem constituída – são alcançados diuturnamente por escândalos, denúncias de mal-feitos, apropriações indébitas ou desvios de recursos públicos, seguidos sempre da impunidade que se tarnsforma em moda entre nós. O mais grave, porém, é que tudo isso faz parte de um esquema de desmoralização do tipo de “dar corda ao enforcado”, patrocinado por figuras sombrias em permanente maquinação e atuação e com respaldo poderoso, visando à tomada definitiva do poder e à transformação da ordem vigente, segundo o planejado pelo “Foro de São Paulo”, que congrega as organizações e pessoas de extrema esquerda do continente, em conluio com poderosos interesses neoliberais neocolonialistas, e da qual são cofundadores e membros importantes e festejados o PT e o Sr. Lula da Silva. No mesmo cenário, orbitam Fídel Castro, Hugo Chávez, Evo Morales e outros corifeus da “pátria grande socialista latino-americana”...
O mais assustador é que tudo isso se vem passando sem a reação eficaz dos brasileiros. Parece que tudo e todos são vítimas de sinistro encantamento... Não há uma só instituição civil, militar, leiga, religiosa, sindical, empresarial, profissional, corporativa, legislativa, executiva, judiciária, beneficente... que, como tal, denuncie e combata energicamente a trágica situação em que estamos embarcados, em caminho célere para a grande desgraça nacional. Apenas vozes individuais ou de pequenos grupos, sem articulação ou união entre si, se têm feito ouvir até agora, em defesa da Pátria ameaçada e de um futuro promissor para ela e seus filhos. Parece que a maioria está apenas preocupada em “se dar bem”, obter lascas do butim ou um lugar ao sol nos despojos do patrimônio comum rateado entre os amigos do poder, ou completamente alienada pelo fatalismo e pelo comodismo, pela novela das oito, o “big brother Brasil”, o acompanhamento do futebol, as fofocas das revistas e jornais sensacionalistas...
A passividade geral é muito estranha, em verdade, e apenas a compra, por dinheiro ou outras tentações espúrias, das consciências das pessoas em funções e cargos de responsabilidade, com capacidade de influir e com repercussão de atuação não justifica o tamanho da inércia, da acomodação, da passividade, da conivência ou da cumplicidade a que vamos, tristemente, assistindo. Isso, e mais a incrível “blindagem” do sr. Lula da Silva diante da enxurrada, que não pára, de casos de imoralidade, desídia e incompetência administrativas e mau emprego dos recursos públicos, desmandos que vêm sendo associados ao seu governo e ao seu partido e “companheiros” e, já agora, a pregação aberta que ele mesmo vem fazendo, sistemática e publicamente e às escâncaras, sem qualquer reparo de quem quer que seja, da luta de classes e do ódio, leva-nos à necessidade de buscar um outro nível de explicação, com toda a seriedade que o caso requer. Nada o parece atingir, enquanto que os Poderes da República se vão esfacelando na credibilidade do povo, pelo menos a julgar pelas pesquisas de opinião, que se sucedem e são generosamente difundidas, buscando eternizar o erro. Parece ter o “ corpo fechado”, protegido por tenebrosas forças ocultas...
O ambiente parece armar-se para a mudança previsível e radical da ordem vigente, a continuar tudo como agora, com o apoio aparente da maioria desavisada da população, traída pela ignorância dos fatos e pela maciça propaganda oficial, e atraída pela política “bolsista” do governo, de estagnação e exploração da miséria, e diante da inércia suicida das elites tão vergastadas, que teriam a missão e o dever de servir ao povo e de liderá-lo, pelo exemplo e pela doação de talentos, pelos caminhos do bem, da paz, da justiça e do progresso, e que tudo têm a perder, a começar pela liberdade. A maldade está de tal modo disseminada na antiga e sofrida “Pátria da Esperança e do Evangelho”, que se deve suspeitar do apoio do “príncipe das trevas” para a obra de destruição e de criação do caos em andamento. Torna-se necessário, pois, uma vez mais e sempre, orar a Deus Misericordioso, para que venha em apoio do seu povo e coloque São Miguel e suas legiões contra os anjos do mal que rondam nosso Brasil, tentando levá-lo à perdição de sua alma generosa e ao mergulho sem volta no desespero, e que protegem e inspiram os homens que pregam o ódio e constróem o caos, e para que suscite a união dos brasileiros de bem, corajosos e combativos, sob Suas bênçãos, para liderar os patrícios na luta pela salvação do Brasil. Impelidos pelo amor à Pátria, aos brasileiros e às suas instituições, pois só ele constrói!
Ao ódio que orienta o Sr. Lula da Silva, seus mentores e seguidores, respondamos com nossas ações, sentimentos, palavras e gestos inspirados pelo Amor de Deus e pelo Brasil!
TUDO PELA PÁTRIA!
Rio de Janeiro, RJ, 25 de agosto de 2007, Aniversário do Duque de Caxias.